Saída de Dilma é fundamental para o país voltar a crescer

A saída da presidente Dilma Rousseff, pela via do impeachment ou caso ela tenha um ataque de consciência e renuncie, é condição fundamental para que nosso país entre no eixo e volte a crescer.

Foi isso que defendi em plenária recente da Força Sindical e que o jornal O Estado de S. Paulo publicou de maneira distorcida na sua versão online, em texto intitulado “Para Paulinho da Força, impeachment de Dilma não mudaria nada para o País”.

Minha assessoria já entrou em contato com o jornal e pediu a correção. Em suma, o que defendo, é o seguinte:

  • Não existe milagre que possa tirar o país, de maneira imediata, da crise em que o PT e a atual mandatária da Presidência criaram. Porém, é cristalino que a única maneira da nação superar o momento catastrófico é com outra pessoa no comando, pois Dilma não tem mais nenhuma condição política ou moral para continuar no cargo.
  • Dilma é hoje um empecilho ao crescimento do Brasil, pois ocupa figurativamente o cargo de presidente. Não tem força alguma para aprovar nada no Congresso e não tem apoio algum na sociedade, seja de movimentos sociais, de empresários ou dos trabalhadores. Dilma é vaiada no Congresso; sua incompetência faz com que todos os seus discursos se transformem em piadas; e não consegue aprovar um único projeto no Congresso sem ter de negociar cargos e ministérios.
  • Não se trata só de um problema de falta de força: o governo Dilma é nocivo por tudo o que o PT representa em termos de corrupção e aparelhamento do Estado. O ralo da corrupção petista está há anos minando os recursos do Estado e a única forma de voltarmos a equilibrar as contas é cortando o mal pela raiz, tirando o PT e acabando com a roubalheira.
  • A maioria da população (60%) é favorável ao impeachment de Dilma e só 5% aprovam seu governo. Razões para isso não faltam: inflação galopante, corrupção, desemprego e cortes de programas sociais são só alguns.
  • O governo Dilma é claramente contra os trabalhadores e as saídas que propõe para a crise tiram direitos de quem mais precisa. É o caso das restrições no Seguro Desemprego e nas pensões das viúvas, das tentativas de recriação da CPMF, das propostas de mudanças na Previdência. Programas sociais foram diminuídos e recursos cortados na Educação e na Saúde – área que se encontra em uma das piores crises da sua história.

Sabemos que o próximo governante terá de enfrentar a crise criada pelo PT, o que significa que, enquanto cidadãos e movimentos sociais, teremos de lutar para manter direitos trabalhistas e sociais, como sempre aconteceu. E todos podem ter certeza de que faremos isso, seja dialogando, seja indo às ruas, seja pressionando o Congresso.