Solidariedade ratifica o nome da deputada federal Vanda Milani com pré-candidata a prefeitura de Rio Branco

Agora é pra valer. O presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, ratificou o nome da deputada federal Vanda Milani como pré-candidata a prefeitura de Rio Branco. A confirmação aconteceu durante o encerramento do Projeto de Formação Política para Mulheres Lidera+, em São Paulo neste domingo. “A deputada vai contar com o nosso apoio em Rio Branco”, disse Paulinho.

O curso é promovido pela Secretaria Nacional da Mulher em parceria com a Fundação 1º de Maio, tem por objetivo capacitar mulheres que desejam atuar na política, para que possam desempenhar papel estratégico na sociedade e concorrer as próximas eleições.

“Para mim foi um momento impar poder participar com outras lideranças mulheres de todo o Brasil desta qualificação e de receber o apoio do nosso presidente, o deputado federal Paulinho da Força que ratificou o nosso nome para concorrer as eleições municipais na minha capital Rio Branco” disse a deputada.

No Dia Internacional da Mulher a deputada Vanda Milani reforço em seu discurso a importância do aumento da representatividade feminina como essencial para democracia e uma sociedade mais igualitária. Para ela, esse debate a nível nacional representa a busca pela garantia dos direitos da mulher.

“O Acre e o Brasil precisam criar uma rotina de diálogo colocando temas como a violência doméstica e a igualdade familiar em constante debate. A mulher precisa ocupar o seu espaço, seja na política, na comunidade em que se encontra inserida, na Igreja, enfim, temos um papel importante na sociedade” acrescentou Vanda.

O Solidariedade no Acre vem ganhando a adesão de várias lideranças femininas. No Bujari, o partido terá uma pré-candidata à prefeitura, a missionária Fabricia. Em Senador Guiomard, a vereadora Chaguinha será uma das mais novas filiadas ao partido e concorrerá à reeleição.

A deputada lembrou que no Brasil embora o público feminino represente 52,24% do eleitorado, há uma grande diferença entre homens e mulheres nos espaços de decisões. As mulheres tiveram o direito ao voto no país apenas em 1934, mas a sua inserção tem sido lenta.

“No Acre nós temos avançado, já tivemos uma mulher governadora, temos duas prefeitas mulheres e várias representantes nas Câmaras Municipais. “Nós somos geradoras de vidas e conseguimos administrar ao mesmo tempo casa, famílias, trabalho, filhos, netos, por isso, quanto mais empoderas, melhor será para a cidadania”, concluiu.

Fonte: Notícias da Hora