Solidariedade/PR aposta em grupos políticos compromissados para crescer nas eleições

O Solidariedade/PR está em um grande processo de reformulação no estado e os primeiros frutos já foram colhidos, com o crescimento de 21% no número de filiados, ao fim do fechamento da janela. Agora, o desafio é eleger representantes para coroar o grande trabalho que está sendo realizado.

“O partido vêm passando por uma reestruturação no Estado e, com as mudanças nas leis eleitorais, optamos por trabalhar com grupos políticos compromissados com seus municípios e com o crescimento partidário”, explicou o presidente estadual da legenda, Márcio Pauliki.

Para que ocorra o fortalecimento esperado, o partido tem 17 pré-candidatos a prefeito, 16 para vice-prefeitos e lançará nomes para vereador em 104 munícipios, com grandes chances de vitória em, pelo menos, 90 deles. Para os cargos majoritários, o partido disputará em importantes cidades como Ponta Grossa, com o próprio, Márcio Pauliki; em Maringá, com o ex-prefeito Carlos Roberto Pupin; e em Foz do Iguaçu, com o desembargador Luiz Sérgio Neiva de Lima Vieira.

Como em todas as unidades da federação, o Paraná também está sofrendo os efeitos da pandemia de Covid-19, mas vem utilizando de forma eficiente as plataformas digitais para organizar as pré-campanhas. “Neste período de isolamento estamos usando a tecnologia, principalmente o WhatsApp e o Zoom para reuniões virtuais”, afirmou o presidente.

De acordo com a executiva, o novo coronavírus não está mudando apenas a forma de organizar a campanha, mas também nos assuntos abordados com os eleitores. “Estamos neste momento pedindo aos nossos candidatos que se debrucem em reorganizar seus planos de governos e metas, baseando na nova realidade que enfrentamos com a chegada do Covid-19. A defesa da saúde e do emprego devem sem prioridades”, finalizou Pauliki.