Solidariedade defende fim do voto obrigatório na reforma política

O Solidariedade vai defender, na Comissão Especial da Reforma Política instalada nesta terça-feira (10) na Câmara dos Deputados, o fim do voto obrigatório e a adoção de uma cláusula de barreira, entre outros pontos.

A informação foi divulgada pelo presidente nacional do Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SP), que representa o partido na comissão como suplente. A cláusula de barreira exige que os partidos atinjam um número mínimo de votos em determinado número de estados para que tenham, por exemplo, direito ao funcionamento nas casas legislativas, a recursos do fundo partidário e ao horário gratuito na televisão

O titular do Solidariedade na comissão especial é o líder Arthur Oliveira Maia (BA).  O parlamentar destaca que a população tem exigido um posicionamento do Parlamento sobre a reforma política, com mudanças nas eleições, para torná-las mais eficientes. “Esse vai ser o nosso trabalho. Como líder do Solidariedade e integrante dessa comissão, meu foco será aprimorar a nossa democracia, com a participação popular mais inclusiva”, disse.

 

Renata Tôrres

 

Assessoria de Imprensa

Liderança do Partido Solidariedade