Solidariedade abre espaço para novas lideranças e aumenta força para 2022

O Solidariedade tem buscado dar atenção especial em encontros com lideranças regionais visando o crescimento e a consolidação da sigla no País. O estado do Paraná recebeu recentemente a Executiva Nacional do partido representada pelo secretário-geral, Luiz Adriano da Silva, para participar da apresentação oficial da nova Executiva Estadual, que tem como presidente o empresário Osvaldo Avelino da Silva. (Na foto, da esquerda para a direita, o secretário-geral Luiz Adriano, o 2° vice-presidente do diretório do Paraná, Márcio Paulik,  o presidente estadual Osvaldo Avelino e o vice-presidente Paulo Ross.)

O 2º vice-presidente do diretório estadual, o empresário e ex-deputado estadual Márcio Paulik, substituído na presidência por Osvaldo Avelino, disse que continuará ajudando a comandar as ações da sigla. “Estamos somando forças, integrando dois grupos importantes, vamos buscar incremento à sigla em todo o estado. Por isso, abro mão da presidência, pois acredito que essa união fará do Solidariedade um dos partidos mais fortes do Paraná”, salientou Paulik.

Segundo Luiz Adriano, a estratégia adotada pelo partido no Paraná vai contribuir com o projeto que está sendo colocado em prática em todo o País. “Estou animado com a grandeza das lideranças que estão vindo somar forças ao Solidariedade. Precisamos traçar juntos estratégias eficazes para crescer e termos um partido de grande expressão nacional, vejo que o Paraná está no caminho certo”, declarou Luiz Adriano.

Um dos nomes que poderá integrar o projeto do Solidariedade no estado é o do deputado federal Luiz Goulart, o Luizão. Luizão é conhecido por ter sido prefeito de Pinhais (2009-2012) e concluir seu mandato com mais de 94% de aprovação, a maior avaliação do Brasil na época. Atualmente está filiado ao Republicanos, mas recebeu o convite do Solidariedade para ajudar a coordenar as ações no Paraná. Segundo Luizão, com o Republicanos o compromisso é até março, prazo que se abrem as janelas para possibilitar a troca de partidos políticos.