Paulinho da Força: “Economia deve se livrar da Dilma para voltar a crescer”

A manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 14,25% ao ano – resultado da reunião desta última quarta-feira (21) do Comitê de Política Monetária (Copom) – não surpreendeu o presidente nacional do Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SP).

“O que esperar de um governo que trata sua equipe econômica como figuração e seu ministro da Fazenda como personagem meramente político? O cenário econômico do Brasil está desordenado. O contribuinte, que também é consumidor, vê, a cada reunião do Copom, seu poder de compra mais limitado e estagnado, mas as taxas de juros continuam astronômicas — não só no cartão de crédito ou financiamentos –, como também na água, na luz, no telefone e alimentação”, lamenta o deputado.

Paulinho afirma, ainda, não estar convencido de que o país saíra da recessão com a presidente Dilma Rousseff no comando. “Estamos em plena recessão apoiada em uma inflação fruto de uma sequência de erros, pedaladas e negligências fiscais cometidas pela presidente Dilma. Diante deste cenário, qualquer medida que ela venha a tomar vai ter efeito nulo, sem impacto na economia a curto e médio prazo, e sem reação na indústria. Para que a economia volte a crescer, temos que nos livrar da Dilma”, afirma o parlamentar.

Inflação

A expectativa que antecedia a reunião do Copom era manutenção da Selic – principal índice do Banco Central para manter o controle da inflação – no atual patamar, 14,25% ao ano. A Selic passou por um ciclo de sete altas seguidas e retomou o nível de outubro de 2006.

O Banco Central prevê para este ano uma inflação de 9,5%. Os analistas do mercado acreditam que o IPCA deverá somar 9,75%. Com isso, a inflação deverá superar o teto do sistema de metas em 2015, algo que não acontece desde 2003.

Fontes: assessoria de imprensa – deputado Paulinho da Força