Elizeu Dionizio assume o mandato na Câmara em defesa da família

O deputado Elizeu Dionizio (Solidariedade-MS) assumiu o seu primeiro mandato como deputado federal na terça-feira (11), com a presença da família na sessão solene de posse. Ex-vereador de Campo Grande, ele garante que exercerá seu mandado com transparência e respeitando os valores da família. Dionizio exerce o cargo como suplente, substituindo o deputado licenciado Márcio Monteiro (PSDB-MS).

“Queremos que a sociedade veja o político de outra forma, bem diferente. Para as pessoas, se você é um parlamentar, você é ladrão, corrupto ou vagabundo. Eu não quero isso. Desde o meu mandato como vereador, fui transparente nos serviços prestados e pretendo continuar nessa linha. Acredito que, dando prestação do meu serviço, vou poder cobrar dos demais envolvidos”, afirmou.

Prioridades

Dionizio enfatizou que suas bandeiras na Câmara serão garantir a geração e melhoria na qualidade dos empregos, viabilizar investimentos federais para Mato Grosso do Sul, apoiar o terceiro setor (formado por entidades sem fins lucrativos) e assegurar o respeito aos direitos da família brasileira.

“Sou filho de pastor. A família e o respeito ao próximo são preceitos morais e éticos que meus pais me ensinaram, sempre segui e vou continuar a defender no Congresso Nacional. A minha trajetória na política sempre esteve ligada às pessoas mais humildes e ao povo de Deus. Aqui não será diferente”, declarou.

Saúde da mulher

Desde a época em que atuou como vereador, o parlamentar tem feito trabalhos para a comunidade, com temas voltados principalmente à saúde da mulher. “Eu e a minha esposa fazemos um trabalho em uma ONG em Campo Grande. Ela é médica da área de ginecologia e o braço forte de lá [na ONG] é a informação da saúde da mulher. Oferecemos atendimento de saúde, jurídico e infantil, sempre voltados à mulher”, explicou.

Completa ainda que, no âmbito religioso, questões sobre sexualidade ainda não são muito debatidas. Em seu mandato, quer trazer mais informações sobre o assunto para a população brasileira. “Hoje existe um tabu muito grande com relação à sexualidade e, no âmbito religioso, isso é maior ainda. Os pais geralmente não conversam muito sobre o assunto, por acharem que é pecado. No ambiente religioso acontece muito isso. Portanto, no meu mandato quero abordar isso também”, explicou.

 

Solidariedade na Câmara