Informalidade e trabalho autônomo batem recorde no Brasil – R7

Joel vende alho e temperos nas ruas e desistiu de procurar emprego com carteira

Arquivo Pessoal

Joel Costa, de 51 anos, trabalhava como segurança em uma empresa privada há dois anos, quando a crise econômica lhe tirou o emprego. Para não ficar sem dinheiro no bolso no final do mês, ele decidiu ‘abrir’ um ponto na rua para vender alho e temperos na zona norte de São Paulo.

“Não é o ideal, mas é melhor que ficar parado, não é?”, conta.

Costa e outros 35 milhões de brasileiros trabalham hoje na informalidade, com empregos sem carteira assinada (11,5 milhões) ou trabalhando por conta própria (23,5 milhões).

Enquanto cai lentamente o desemprego no país, as duas modalidades de trabalho batem recorde no Brasil, segundo dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na semana passada.

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