Governo estuda ‘contribuição negocial’ – Estadão

A reforma trabalhista prevê o fim da principal fonte de dinheiro dos sindicatos: o imposto sindical. O tema gera preocupação entre entidades dos trabalhadores e, diante da forte pressão, o governo debate saídas para que essas organizações tenham recursos após a reforma. Entre as opções, está a criação de uma “contribuição negocial” – valor a ser pago pelos trabalhadores que participam de acordos coletivos – ou até eventual veto presidencial ao fim da contribuição.

Um dos pontos mais polêmicos do projeto da reforma trabalhista que tramita no Senado é o que prevê o fim da contribuição obrigatória que cobra um dia de trabalho de todos os empregados. Esse pagamento é feito mesmo sem autorização do trabalhador e vale até para os não sindicalizados. Em 2016, foram arrecadados R$ 3,5 bilhões – sendo 60% destinados diretamente aos sindicatos e outros 10% para as centrais sindicais.

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