Secretaria da Igualdade Social

Solange

Secretária Nacional: Solange Moreira da Costa

Solange Moreira da Costa, formada em Serviço Social e Gestão Pública. Atua nos movimentos sociais e políticos desde 2002. Iniciou sua militância na Juventude. Foi Diretora de Geração de Renda/ Economia Solidária na Secretaria de Estado Trabalho e Emprego de Minas Gerais atuando com público de mulheres e povos e comunidade tradicionais. Coordenadora Geral de Políticas para Mulheres Rurais, Juventude e Povos e Comunidades Tradicionais na Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário do Governo Federal. Atualmente é Consultora do Instituto Interamericano de Cooperação para Agricultura-IICA com ações de Comunidades Quilombolas de Minas Gerais

 

O Solidariedade criou a Secretaria da Igualdade Social para contribuir com a construção de cidadania por meio da defesa dos direitos civis e sociais e de novas propostas de políticas públicas para Negros, Índios, LGBTs e demais Movimentos Sociais.

O objetivo da Secretaria é ser referência como movimento partidário que dialoga e defende a aplicabilidade dos direitos civis e sociais dos Negros, Índios, LGBTs e demais Movimentos Sociais visando a igualdade.

Suas ações são pautadas nos seguintes valores: respeito, valorização do ser humano, empatia e cooperação.

Bandeiras:

LGBT

  • Educação: Necessidade de crianças e jovens serem esclarecidos dentro da sala de aula sobre questões gênero. Grande incidência de bullying;
  • Violência: Falta de reconhecimento que a homofobia existe e é crime. Ausência de assistência jurídica em casos de violência e abuso de direitos. Criação de delegacias especificas para o atendimento da população LGBT;
  • Mercado de Trabalho: Preconceito, especialmente contra trans* e travestis. Incentivo fiscal para empresas que abraçam travestis e transexuais;
  • Nome social;
  • Saúde: Falta de capacitação para atender esse grupo especifico. Questão do HVI é pouco falada, não há campanhas de conscientização (nem de outras DSTs).

NEGROS

  • Educação – Entrar em defesa da implementação da Lei 10.639. Lei de cotas;
  • Violência – Campanha de conscientização das polícias para que a abordagem ao negro não seja condenatória;
  • Religiosidade – Apoiar o regaste das religiões de matrizes africanas;
  • Trabalho – Defender a implementação do Estatuto da Igualdade Racial;
  • Saúde;
  • Identidade em construção – Incentivo a políticas públicas de resgate à cultura afro, especialmente a questão da religião. O aluno negro sofra tanto preconceito que o internaliza.

INDÍGENAS

  • Questão fundiária – defendem que, antes de nós, eles tinham todo o território, cuidando bem da natureza. Precisa-se chegar num acordo sobre a questão territorial;
  • Meio ambiente;
  • Educação: Educar sem interferir nos costumes próprios.

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