Sindicatos e o Mundo do Trabalho

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O mundo do trabalho está cada vez mais exigente e voraz. A política adotada pelos patrões para tocar seus negócios é a da redução de gastos, da subcontratação de serviços, do aumento das contratações com prazo determinado e das demissões para promover a contratação de trabalhadores com salários menores. Além, é claro, de sempre relutar para reajustar dignamente os salários de seus trabalhadores e buscar incessantemente a redução ou a supressão de conquistas nas negociações.

E os trabalhadores, o lado mais fraco do cabo de guerra, seguem convivendo diuturnamente com as incertezas e apreensões que o mundo moderno do trabalho apresenta.

É aí que os sindicatos, legítimos representantes dos trabalhadores, entram em cena. Foram eles os protagonistas das grandes conquistas da classe trabalhadora ao longo da história e pela consagração de direitos já existentes, como o 13º salário, as férias, a PLR e o FGTS, entre outros.

Hoje, apesar das grandes mudanças ocorridas na relação capital/trabalho, os sindicatos continuam agindo como articuladores e mediadores entre as partes, apresentando propostas, orientando, organizando, mobilizando, unindo, protegendo e defendendo a massa trabalhadora para que seus objetivos sejam alcançados, garantindo, assim, a manutenção de direitos e sua ampliação. O trabalhador isolado é frágil, não tem forças para lutar e, desta forma, torna-se uma presa fácil para o mau patrão.

Mas a atuação do sindicato não pode ser isolada. Ela depende, e muito, da participação dos trabalhadores na defesa das bandeiras propostas. São os sindicatos e os trabalhadores que, juntos, falando a mesma linguagem e imbuídos de um mesmo ideal, fazem toda a diferença nas negociações com o patronal e na exigência de que o acordado seja efetivamente cumprido.

Ser sindicalizado é, na verdade, um importante passo para o fortalecimento do conjunto de trabalhadores, seja de uma determinada empresa ou de toda uma categoria profissional. Sindicalizar-se é um direito de todo(a) trabalhador(a), e não um dever!

Sindicalize-se!