Retomar o crescimento econômico

A desajustada política econômica do governo, que tantos transtornos vêm causando às famílias brasileiras, levando o desemprego e a consequente perda do poder aquisitivo para dentro de milhões de lares, precisa, urgentemente, ser redirecionada.

A insegurança e a angústia são, nestes árduos tempos de crise, de empresas fechando suas portas e o desemprego “atirando para todos os lados”, as mais recorrentes companhias dos trabalhadores do nosso País. E o pior é que as estatísticas negativas – previsíveis pela inoperância do governo – não param de nos preocupar: a cada dia mais empresas encerram suas atividades, e, em velocidade ainda maior, o contingente de desempregados torna-se cada vez mais volumoso.

Dados divulgados na 4ª feira, 20, pelo IBGE, dão conta de que a taxa de desemprego no País atingiu 10,2% no trimestre encerrado em fevereiro, o maior índice desde 2012 e que, pela primeira vez, ultrapassa os dois dígitos. A indústria foi quem mais demitiu.

Milhões de brasileiros, entre homens, mulheres, idosos, jovens e crianças, cansados de ser penalizados sem ter “culpa no cartório”, saíram às ruas clamando por mudanças na desastrada política monetária do governo e no próprio governo.

Defendemos, entre outros pontos não menos importantes, juros menores, direcionados ao consumo e aos investimentos na indústria e no comércio; a adoção de políticas que estimulem a geração de empregos, renda e direitos sociais; a valorização da política do salário mínimo; a correção da tabela do IR; a valorização dos aposentados e pensionistas por meio de melhorias nos benefícios; não à retirada de direitos na reforma previdenciária e uma política de valorização dos servidores públicos.

Precisamos dar fim ao caos político, econômico e moral que tanto nos aflige. Queremos que o Brasil seja recolocado nos eixos do desenvolvimento e do crescimento econômico. Queremos, enfim, um Brasil novo, com empregos decentes, uma distribuição de renda mais justa e com o fim dos desmandos e da degradação aos quais estamos confinados.