Queda do lucro e mais desemprego

Neste fim de ano, todo santo dia há uma péssima novidade sobre política e economia, causada pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Uma que li ontem, porém, me saltou especialmente aos olhos. A notícia mostrava que o lucro líquido de empresas brasileiras caiu 81% no terceiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado.

Os dados são referentes a um levantamento da empresa de informações financeiras Economática, com 218 companhias negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Sabe o que essa informação significa na prática? Ao perder seus lucros de maneira tão estrondosa, haverá retração de investimentos e crescimento das companhias, estagnação salarial e muito mais gente perdendo o emprego.

É simples entender a razão. Vamos supor, amigo leitor, que você ganhe um salário mínimo e meio mensal, ou seja, R$ 1.182. No mês que vem, porém, imagine se sua empresa anunciasse que diminuirá seu salário para R$ 224 por mês, uma redução de 81%. Como seria seu cotidiano a partir de então? Certamente, teria que mudar todo o seu estilo de vida. Para o caso dos salários, esse tipo de diminuição é proibida pela lei trabalhista. Porém, é mais ou menos isso o que está acontecendo com as empresas sob o governo Dilma.

Não é à toa que a taxa de desemprego neste ano beira os 10%, a maior dos últimos anos. A tendência é piorar ainda mais. E se seguirmos nessa toada, as empresas internacionais se negarão cada vez mais a investir por estas terras, levando o país a uma recessão sem precedentes. As mudanças no Brasil têm que ser feitas para ontem. E a saída da presidente Dilma Rousseff é passo fundamental para que isso aconteça.