Impeachment na ordem do dia

Ao lado dos parlamentares do Solidariedade e de dezenas de lideranças da política nacional, entreguei na última quinta-feira (17) ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

O documento, assinado pelo jurista Miguel Reale Júnior e pelo fundador do Partido dos Trabalhadores (PT) Hélio Bicudo, é o início de um processo para fazer justiça ao povo brasileiro, retirando democraticamente o mandato da presidente Dilma e acabando de vez com a era do PT.

O pedido que apresentamos, em resumo, mostra que a presidente cometeu crime de responsabilidade fiscal. O primeiro argumento são as chamadas “pedaladas fiscais”, que são uma espécie de “maquilagem” do Orçamento. Na prática, as pedaladas escondem que Dilma não cumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal. Outros pontos são o uso de recursos de bancos públicos para a cobertura de programas sociais, gastos do governo sem autorização da Câmara e dívidas não contabilizadas.

Vale destacar que nosso pedido foi mais um dos movimentos que fecham o cerco em torno de Dilma. Dia após dia, a situação política da presidente piora e, esta semana, não deve ser diferente. Dentro do próprio PT, já se cogita a possibilidade de renúncia e o PMDB, que parecia dividido, tem sua ala defensora do governo agindo cada vez com menos convicção.

Aproveito para lhe fazer um chamado, amigo cidadão. Sua mobilização, neste momento, é muito importante. Use as mídias sociais, vá às ruas, debata em seu trabalho. Mostrar sua indignação é uma grande ajuda para que possamos, definitivamente, tirar o PT do poder e fazer com que o país volte a crescer, se desenvolver e gerar empregos.