Desemprego é maior entre os jovens

A alarmante taxa de desemprego no País – são cerca de 12 milhões de trabalhadores sem ocupação – afeta a todos, mas os maiores atingidos com a falta de trabalho são, sem dúvida, os jovens. E o mais estarrecedor é a falta de perspectivas de que este cenário apocalíptico seja revertido no curto tempo.

Além da falta de dinheiro, e a consequente impossibilidade de arcar com as despesas mais básicas, o desemprego é um dos grandes responsáveis pela queda no consumo, pelo aumento da inadimplência e, até, pela desagregação familiar.

No caso dos jovens, longos períodos de desemprego causam desânimo no início da carreira, o que pode, no longo prazo, prejudicar suas expectativas, já que suas habilidades profissionais e sociais, além da experiência prática, não são construídas.

O governo tem de voltar seus olhos para este panorama de caos. A Força Sindical e outras Centrais apresentaram ao presidente Temer uma agenda com propostas visando à geração milhões de empregos. Entre as propostas estão a renovação da frota automotiva do País; a implantação de uma política de desenvolvimento nacional; a retomada e a ampliação de políticas de geração de empregos, renda e direitos sociais; juros menores; a manutenção e a ampliação dos programas voltados à diminuição das desigualdades sociais.

Agora, é só arregaçar as mangas!