Regulamentação da vaquejada garante mais de 700 mil empregos

Há mais de 100 anos em nossa cultura, a vaquejada movimenta a economia regional, principalmente no Nordeste, e emprega mais de 700 mil pessoas direta ou indiretamente, que dependem desse evento. Por isso, após a decisão do STF (Superior Tribunal Regional) julgar inconstitucional a Lei do Ceará que regulamentava a prática, decidi me posicionar a favor da liberação da vaquejada em todo o território nacional.

Com a proibição, somente no Estado do Ceará, 700 provas por ano vão deixar de existir.  Algumas cidades da região vivem apenas da prática e serviços paralelos ao esporte, como a fabricação de ferraduras, arreios e criação de animais. O resultado disso pode ser catastrófico, já que a decisão pode se estender para as demais regiões onde a prática acontece, criando ainda mais desemprego neste difícil momento da economia, além de gerar outros prejuízos para os estados.

Quero deixar claro também que não apoio nenhum tipo de violência contra os animais e regulamentar a vaquejada irá colaborar, inclusive, para melhorar a fiscalização em relação a isso. Atualmente, o boi corre com proteção na cauda e estão proibidos as esporas e os chicotes. O terreno em que o animal é derrubado possui de 50 a 60 centímetros de areia para amortecer a queda e não causar ferimentos aos animais.

Com a regulamentação, é possível preservar a integridade do animal, aumentar a fiscalização, manter os milhares de empregos e movimentar a economia das regiões. Digo sim para a liberação da vaquejada em todo Brasil!