É preciso equilíbrio na evolução da economia para não cometer prejuízos à natureza

Diversas políticas públicas debatem a proteção, conservação e recuperação do nosso meio ambiente. Hoje, dia 5 de junho, é comemorado o Dia do Meio Ambiente e também da reciclagem. O Solidariedade, de maneira consciente, sempre trabalhou pelo diálogo para que haja a construção de ideias efetivas, existindo assim equilíbrio na evolução da economia brasileira sem prejuízos a nossa biodiversidade e natureza.

Poluição do ar é o tema a ser refletido por todos nós brasileiros na campanha pela defesa do meio ambiente em 2019. Diversos fatores contribuem de forma catastrófica para a poluição do ar. Segundo o professor, nutricionista e diretor da Secretaria de Igualdade Social do Solidariedade, Cristiano Klaus Fischer, um dos maiores problemas atuais no Brasil é o uso indiscriminado de produtos agrícolas contaminantes dos solos e rios, que de forma severa contribuem para a piora da qualidade do nosso ar.

“O pulmão do mundo, que são nossas florestas e matas, estão sendo contaminadas e destruídas com a justificativa de aumentar a produção de produtos agrícolas, na resolução de baratear os alimentos e diminuir a escassez de produtos primários como frutas, grãos e hortaliças. Porém, nada vale oferecer alimentos afim de acabar com a fome, mas que estejam contemplados com venenos que destroem o meio ambiente e a saúde de nossa gente” afirma Cristiano.

Em 2019, o Brasil aumentou absurdamente a quantidade de agrotóxicos que anteriormente já foram banidos em diversos países. Estudos recentes apontam que a maioria dos rios brasileiros possuem grandes quantidades de agrotóxicos mesmo os que estão longe de campos agrícolas. Novas pesquisas comprovam uma crescente quantidade de agrotóxicos no organismo dos brasileiros. Precisamos salvar o planeta, precisamos resgatar a saúde de nosso povo.

O Solidariedade acredita que ações que beneficiam o pequeno agricultor e a agricultura familiar possam favorecer de forma consciente o aumento na produção de alimentos orgânicos. Programas como banco de alimentos, restaurante popular e a prática da utilização de restos e sobras de alimentos contribuem para preservação e cuidados do solo, rios e ar.

Órgãos como Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional, Conselho Federal de Nutricionista e diversas ONGs e entidades lutam para ter voz e auxiliarem os governantes em estratégias sustentáveis e inteligentes para aprimorar os debates de um mundo melhor, mais justo, saudável e com redução de poluentes e contaminantes. O Solidariedade se solidariza a luta das entidades e está disposto a lutar de forma ativa na prevenção, promoção e proteção do nosso meio ambiente.