Solidariedade reúne coordenadores de polo de São Paulo para apresentar modelo de trabalho em 2017

Lideranças do Solidariedade de São Paulo estiveram reunidas na sexta-feira (3/2), no Leques Brasil Hotel Escola, na Liberdade, para o “Encontro de Coordenadores de Polo”. A reunião teve o objetivo de passar a organização estrutural do estado, as demandas e as metas para 2017 e 2018, para pessoas que representarão o partido em um conjunto de municípios selecionados dentro do estado.

“Todos os estados terão o encontro, mas começamos por São Paulo porque o presidente nacional do partido é daqui”, explicou Samanta Costa, presidente da Fundação 1º de Maio – entidade de formação política ligada ao Solidariedade, responsável pela organização do evento. Samanta completou: “Queremos que São Paulo seja referência para outros estados”.

Escolhidos a “dedo” pelo comprometimento com partido, são 55 os coordenadores de polo que irão trabalhar em São Paulo. “Nós trouxemos aqui hoje quem entendemos ter realmente compromisso com o partido”, afirmou o presidente estadual do Solidariedade David Martins, que acrescentou: “Vocês serão os nossos multiplicadores dentro do estado”.

Sandro Dionísio, coordenador regional de São Paulo, pediu a colaboração dos presentes na indicação de nomes para ajudar com o trabalho: “Vocês foram selecionados porque confiamos em vocês e por isso pedimos que nos tragam pessoas com vontade em atuar e engajadas para também lutar conosco”.

A nova organização permitirá capacitar os coordenadores de polo para que tomem decisões na sua região de gestão sem a necessidade de prestar contas antecipadamente à Executiva Nacional ou Estadual. Para isso, uma apresentação foi feita com o modelo idealizado para essa coordenação, incluindo ideologia do partido, disposição e função das secretarias de movimentos sociais, exemplos de polos, características e trabalho dos coordenadores, entre outros temas.

“Nós escolhemos não ser um partido que começa pela cúpula, queremos começar pela base”, contou Luiz Antônio Adriano da Silva, secretário executivo da Secretaria Geral. Ele também explicou como o Solidariedade idealizou sua estrutura a partir do final do ano passado. “Não queremos ser uma legenda fisiológica, queremos realmente mudar o País e ser referência. Por isso, vocês foram chamados aqui para construir o partido junto conosco”, completou ele.

David Martins reforçou a ideia em seu discurso: “Nós queremos construir um partido diferente, onde as pessoas realmente queiram estar nele. Nossa premissa é ajudar, dialogar, tratar bem”.

Para clarear a base ideológica do partido a ser seguida pelos militantes e lideranças, um vídeo sobre o “Humanismo Sistêmico” – onde o ser humano não é independente, está ligado a outros, ao meio que o cerca, incluindo ambiente, animais…- foi transmitido aos participantes.

“É difícil absorver a ideologia, porque costumamos ser muito pragmáticos, mas temos que tentar, até para fazer um filtro de quem realmente quer ficar no partido a partir dessas premissas”, concluiu a advogada Denise Nery.

Talita Benegra