Deputado Expedito Netto defende investimentos em energia renovável

O deputado Expedito Netto participou, na manhã da última quarta-feira (14), do lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Energia Renovável. O colegiado vai trabalhar para que novas medidas sejam aplicadas no fornecimento de energia, implantando um programa mais agressivo de pesquisa e inovação tecnológica para melhorar os sistemas de transmissão e escalonar os leilões de energia, estabilizando o mercado de fornecedores de insumos.

A Frente conta com a participação de mais de 200 parlamentares, além de entidades do setor elétrico e industrial que visam viabilizar a aplicabilidade das fontes de energia renováveis. Participaram também entidades do setor que representam geração eólica (Abeeólica), solar (Absolar), pequenas centrais hidrelétricas (Abragel), além de produtores independentes de energia (Apine), autoprodutores (Abiape), biomassa (Única) e representantes da indústria (Abimaq e Abrava).

Foi discutido na breve apresentação da Frente Parlamentar, a utilização de energia eólica, destacada como imprescindível para a o desenvolvimento social e econômico do país, que atualmente enfrenta uma forte crise em seu sistema elétrico – resultado, dentre outros motivos, da crescente seca que atingiu parte do Brasil.

Para Expedito Netto, a importância dessa frente acompanha seus projetos de lei que versam sobre a sustentabilidade das fontes de energia. Netto é o atual relator do Projeto de Lei 1.800/15, que versa sobre incentivos ao aproveitamento da energia solar e altera a Lei nº 9.250/95, para permitir a redução das despesas de aquisição e instalação de sistemas de aproveitamento da energia solar da base de cálculo do imposto de renda das pessoas físicas.

Durante a cerimônia de abertura comentou-se sobre o fato do potencial de exploração de energias renováveis no Brasil enfrentar expressivo atraso em comparação a outros países. “Nós temos que ter meios de produzir fontes de energia renováveis, assim como a energia solar, fantástica não só pela produção como também pela questão da não poluição e não destruição do meio ambiente.”, concluiu Netto.